Totalmente gratuito, sem cobrança de taxa de inscrição, matrícula ou mensalidade, o curso tem duração prevista de 12 meses em uma carga horária total de 450 horas. São 300 vagas para todo Brasil, sendo que cada região geográfica – Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul – tem disponível um total de 60 vagas. As inscrições podem ser realizadas até 18 de outubro.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), campus Porto Seguro, está com inscrições abertas para o processo seletivo de ingresso no curso de especialização em Línguas Indígenas de Sinais (LIS), na modalidade de educação a distância (EaD), até 18 de outubro.
O curso é oferecido em formato virtual, com aulas síncronas e assíncronas, e duração prevista de 12 meses, em uma carga horária total de 450 horas. As aulas serão ofertadas em plataforma institucional do IFBA e permanecerão disponíveis de segunda-feira a domingo para acesso conforme a disponibilidade do estudante.
O curso é voltado para profissionais que possuam conhecimento em LIS e Língua brasileira de sinais (Libras) em nível intermediário ou superior e atuem na área da educação, principalmente professores na área de ciências humanas, bem como portadores e portadoras de diploma de graduação em qualquer área do conhecimento que queiram contribuir para a organização das redes de ensino voltadas à oferta da Educação Multilíngue de Indígenas Surdos e difundir as LIS, desde que o diploma tenha sido expedido por instituição de ensino superior brasileira reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Para candidatos estrangeiros, será aceita a apresentação de diploma de graduação expedido por instituição de ensino superior estrangeira, podendo ser exigida, a respectiva tradução juramentada. Para candidatos brasileiros portadores de diploma de graduação expedido por instituição estrangeira, não há exigência de revalidação do diploma expedido por instituição de ensino estrangeira.
São 300 vagas para todo Brasil, sendo que cada região geográfica – Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul – tem disponível um total de 60 vagas. Estão reservadas 50% do total geral das vagas para candidatos indígenas, 30% para candidatos negros, surdos, pessoas com deficiência (PcD) e quilombolas; e 20% destinadas à ampla concorrência. O curso é totalmente gratuito, sem cobrança de taxa de inscrição, matrícula ou quaisquer mensalidades.
Os candidatos interessados em participar devem realizar a inscrição exclusivamente por meio do formulário eletrônico com endereço disponível no Edital nº/2026/PRPGI/IFBA, anexando a cópia digitalizada do diploma de graduação. É permitido que o candidato que esteja concluindo o curso de graduação apresente declaração formal da instituição de ensino em substituição temporária à comprovação do diploma para efeito de inscrição, mas – caso aprovado – no ato da matrícula deve já ter concluído a graduação para apresentar o diploma ou certificado formal de conclusão.
A previsão é de que o resultado definitivo seja divulgado em 16 de novembro e o período de matrícula aconteça de 17 a 23 de novembro. A aula inaugural, no formato on-line, deve ser realizada em 24 de novembro, às 18h, com link disponibilizado na matrícula.
Mais informações podem ser obtidas por meio do e-mail lis.psg@ifba.edu.br.
Especialização em LIS
De acordo com o Edital nº/2026/PRPGI/IFBA, a especialização em LIS “tem como propósito central promover a formação continuada de professores que atuam na Educação Básica e Superior, instrumentalizando-os para a investigação de fundamentos, princípios e práticas pedagógicas apropriadas para a valorização, a preservação, a revitalização, a vitalização e a oficialização das Línguas Indígenas de Sinais (LIS) e para a implementação da Educação Multilíngue de Indígenas Surdos”.
Para o estudante concluinte do curso, aprovados em todas etapas conforme projeto pedagógico do curso, será conferido o certificado de especialista em Linguagem Brasileira de Sinais.
A formação é resultado da articulação entre o Grupo de Trabalho Nacional das Línguas Indígenas de Sinais (GT-LIS), com o apoio da Diretoria de Políticas de Educação Escolar Indígena (DIPEEI), da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI), do MEC, sob a supervisão, o acompanhamento e a oferta do IFBA.
Fonte: IFBA








