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‘Onde o vento faz a curva’ combina técnicas de teatro visual, manipulação de bonecos e humor físico

Espetáculo sem fala protagonizado pela atriz surda Juliana Rodrigues, “Onde o vento faz a curva” estreia sábado que vem no Teatro I do Sesc Tijuca, onde permanece em cartaz até 29 de março, com sessões aos sábados e domingos, às 16h; e em duas sextas de março (20 e 27) em dois horários: 11h e 15h.

A peça da Cia Teatral Milongas combina teatro visual, manipulação de bonecos e humor físico, com recursos de acessibilidade, para contar a história de Maya, uma menina surda que atravessa um mundo em transformação para salvar sua família e o planeta, numa fábula sobre coragem, amizade e preservação da natureza.

No convívio com sua avó, a menina aprende a lidar com o vento, respeitar a água e reconhecer forças invisíveis que sustentam a vida. Quando o meio ambiente fica ameaçado, Maya — representada por uma boneca em tamanho natural, manipulada por Juliana — parte em viagem acompanhada pelo vento, seu principal aliado, para proteger o que ainda resta da natureza.

Breno Sanches, responsável pela dramaturgia e direção da peça, fala sobre a escolha da atriz:

— A acessibilidade está no centro do processo criativo. Convidar uma atriz surda para atuar e manipular a boneca foi um caminho natural para construir uma cena realmente integrada.

Completam o elenco Jhonatas Narciso (ator-intérprete de Libras), Hugo Souza e Tatiane Rodrigues.

O ingresso custa R$ 20 (inteira), e a sala fica na Barão de Mesquita 539.

Fonte: O Globo

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