ídeo com interprete de libras integrará a exposição de longa duração Leite: A gênese de Carambeí

PARANÁ – O museu Parque Histórico de Carambeí está em constante busca para melhor atender ao público em suas distintas necessidades. A preocupação do museu é proporcionar ao visitante uma visita agradável para que este faça uma imersão na cultura da imigração, independente da sua faixa etária e de suas necessidades. A instituição museal dá um novo passo para trabalhar a acessibilidade e está preparando um material audiovisual que contará com intérprete de libras e será legendado.

Anualmente o corpo técnico do Parque Histórico participa de um treinamento sobre acessibilidade, na Casa da Memória há sinalização em braile e placas descritivas que foram confeccionadas com letras maiores para atender as pessoas com baixa visão. Na Vila Histórica as construções possuem sonorização que permitem ao deficiente auditivo compreender o espaço em que estão visitando. Recentemente foi implantado o QRcode, tecnologia que utiliza um código que permite ao visitante escanear com a câmera do seu aparelho telefônico e o redireciona a áudio-guias que estão hospedados no site do Parque Histórico, esse método permite conhecer a história de Carambeí e curiosidades das exposições.

“Essas ações integram o Programa de Acessibilidade da instituição que tem como principal objetivo garantir a acessibilidade universal e plena aos produtos culturais aqui gerados. São sem dúvida um grande passo na democratização de acesso”, anima-se Felipe Pedroso, historiador e coordenador cultural do museu, que esteve a frente da implantação de cada um desses produtos.

Para o próximo ano novas ações serão implantadas e darão continuidade ao programa de acessibilidade do museu. Uma das novidades será o lançamento de dois vídeos que contarão com intérprete em libras e serão legendados, deste modo a instituição poderá atender o deficiente auditivo.

Um dos vídeos contemplará a exposição de longa duração Leite: A gênese de Carambeí e mostra o cotidiano da prática leiteira, a fábrica de queijos, as propriedades e dança folclórica. O segundo material produzido diz respeito ao vídeo institucional que passou por um processo de reelaboração.

O historiador diz que esses serão os primeiros trabalhos destinados ao deficiente auditivo, mas que pretende implantar em outras ações. “A princípio o recurso estará disponível em dois vídeos do museu. O primeiro refere-se à exposição de longa duração da prática láctea na Casa da Memória e o segundo, ao vídeo de apresentação institucional. Além do recurso de intérprete de libras, também há o recurso de legendagem. Pretendemos disponibilizar esses recursos para mais duas exposições ao longo de 2022”, finaliza.

Fonte: Aphc

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