Iniciativa foi lançada nesta segunda-feira (2) e será ampliada para todas as manifestações públicas da Corte

A primeira sessão de julgamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST) com interpretação simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ocorreu nesta segunda-feira (2), na reunião do Órgão Especial da Corte. A iniciativa de acessibilidade estará presente em todas as demais manifestações públicas da Corte.

“Queremos que as decisões e as ações do Tribunal possam ser acompanhadas por todas as pessoas. Essa é a regra e estamos empenhados em oferecer, a cada dia, mais facilidades para aproximar o Judiciário Trabalhista do cidadão”, pontua o presidente do TST, Emmanoel Pereira.

Libras
Em 21 de março, cerca de um mês após assumir a presidência do TST, Pereira determinou que todas as manifestações públicas da Corte, incluindo as sessões de julgamento, contassem com interpretação de Libras. Desde então, houve a contratação de empresas para a função e um cronograma de implementação foi traçado. O valor máximo mensal do contrato é de R$ 24,3 mil.

Ao longo do mês de maio, a tradução em Libras das sessões ao vivo estará presente nos encontros do Órgão Especial, da Subseção Especializada em Dissídios Coletivos, do Tribunal Pleno, do Conselho Superior da Justiça do Trabalho e da Subseção Especializada em Dissídios Individuais 2.

A partir de junho, a Subseção Especializada em Dissídios Individuais 1 também será integrada à iniciativa. Em agosto, o projeto será concluído, com a inclusão de Libras nas oito Turmas da Corte.

Desde 2019, o Tribunal já contava com interpretação de Libras, mas apenas em cerimônias e em parte dos materiais em vídeo produzidos pela TV TST.

Além das transmissões em vídeo, a Corte irá contar, nas próximas semanas, com intérprete de Libras na recepção. O objetivo é auxiliar visitantes que necessitem do serviço.

Fonte: Jornal de Brasília

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