Objetivo é possibilitar um intercâmbio linguístico-cultural para os usuários.

O estudante de Ciência da Computação e fundador do projeto, Wallace Lessa, criou o projeto Interlibras pensando em ajudar pessoas com deficiência auditiva que, segundo dados do IBGE, são cerca de 40 milhões de pessoas. A proposta é possibilitar um intercâmbio linguístico-cultural.

Wallace conta que teve a ideia de desenvolver o aplicativo com outro amigo, no intuito de auxiliar os deficientes auditivos que enfrentam diversos problemas no cotidiano. “A ideia do projeto é criar um aplicativo para celulares que reúna diversas línguas de sinais, de diferentes países, possibilitando um intercâmbio linguístico-cultural para os usuários”, explica.

O projeto foi aprovado no Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Centelha/SE), iniciativa entre o Governo do Estado, através da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação de Sergipe (Fapitec) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O aplicativo contará com uma série de palavras e situações, suas respectivas traduções para as línguas de sinais cadastradas e um avatar 3D que irá realizar as traduções e reproduzir os gestos em tempo real. No momento o aplicativo se encontra nos estágios iniciais de desenvolvimento.

“O aplicativo vai ter o espaço de tradução livre e de aprendizagem, que vai contar com módulos elaborados por profissionais no ensino língua de sinais. Inicialmente as línguas suportadas serão Português, Libras (Língua Brasileira de Sinais), Inglês e ASL (Língua Americana de Sinais), mas com ambição de expandir para mais línguas no futuro”, disse.

Fonte: G1

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